Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento. Mostrar todas as postagens

setembro 02, 2009

A África hoje é mais rica que a Espanha há 100 anos

O mundo ainda tem muita pobreza e está longe do ideal, mas a população de países pobres, hoje, em vários aspectos, vive melhor do que a população dos países ricos de 100 anos atrás.
The spread of these technologies has helped expand economies, improve quality of life, and extend health. About 10 percent of infants die in their first year of life in Africa -- still shockingly high, but considerably lower than the European average less than 100 years ago, let alone 800 years past. And about two thirds of Africans are literate -- a level achieved in Spain only in the 1920. (…)
Hardly. Malthus's world was one of stagnant economies where population growth was cut short by declining health, famine, or war. Thanks to the spread of technologies and new ideas, African economies are expanding fast and population growth has been accompanied by better health.
The continent of Africa has seen output expand 6½ times between 1950 and 2001. Of course, the population has grown nearly fourfold, so GDP per capita has only increased 67 percent. But that's hardly stagnation. Indeed, only one country in the region (the Democratic Republic of the Congo) has seen GDP growth rates average below 0.5 percent up to this year -- the run-of-the-mill growth rate when Malthus was writing in early 19th-century Britain.
Dica: Marginal Revolution

junho 02, 2009

O petróleo volta a subir



Ontem, o barril chegou a 68 dólares. E a culpa, segundo a The Economist, é nossa, junto com China e Índia. Os choques de petróleo da década de 70 causaram a chamada estagflação, uma combinação de baixo crescimento com inflação alta. Agora, diz o semanário inglês, as economias mais ricas usam a energia com muito mais eficiência e tem mercados de trabalho menos rígidos. Dessa forma, os aumentos fortes que ocorreram nessa década causaram um estrago menor. Em compensação, o apetite por energia dos BRICs ainda é grande. Quando esse time acelera, o preço do óleo dispara.

Worries about the broader macroeconomic impact of higher oil prices centre on the possibility of the return of stagflation, the combination of high inflation and declining output that marred the periods of the 1970s after the two oil shocks of 1973 and 1979. For now that seems most unlikely, given the wider concerns about deflation in the rich world. Olivier Blanchard, now the chief economist of the International Monetary Fund, and economist Jordi Gali, in 2008 looked at the response of industrialised economies, particularly America, to oil price shocks since the 1970s. They doubted that higher oil prices would mean the return of stagflation, concluding that inflation, unemployment and output were markedly less responsive to oil prices during the two big oil price hikes since the 1980s, which began in 1999 and 2002.


maio 19, 2009

Preguiçosa mas prudente, a Noruega dribla a crise

norway

Apesar de ser o terceiro maior exportador do mundo, a Noruega conseguiu evitar a chamada maldição do petróleo que atinge os países produtores. A maioria gasta mal as receitas provenientes dessa herança natural e desenvolve uma economia ineificiente, com frequência comandada por um governo autocrático. Dos 20 maiores exportadores de petróleo, 16 são ditaduras.

A Noruega, ao contrário, é democrática e próspera. Foi espartana na administração dessa riqueza inesperada, mantendo superávits nas contas públicas, que a permitiram suavizar o impacto da crise financeira e crescer quase 3% em 2008. No ranking mundial, é o segundo país em IDH e PIB per capita, com 52 mil dólares por ano.

Unlike Dublin or Riyadh, Saudi Arabia, where work has stopped on half-built skyscrapers and stilled cranes dot the skylines, Oslo retains a feeling of modesty reminiscent of a fishing village rather than a Western capital, with the recently opened $800 million Opera House one of the few signs of opulence.

Em compensação, continuou a manter talvez o mais gordo programa europeu de welfare.

“This is an oil-for-leisure program,” said Knut Anton Mork, an economist at Handelsbanken in Oslo. A recent study, he pointed out, found that Norwegians work the fewest hours of the citizens of any industrial democracy.

(…)

Just around the corner from Norway’s central bank, for instance, Paul Bruum takes a needle full of amphetamines and jabs it into his muscular arm. His scabs and sores betray many years as a heroin addict. He says that the $1,500 he gets from the government each month is enough to keep him well-fed and supplied with drugs.

Mr. Bruum, 32, says he has never had a job, and he admits he is no position to find one. “I don’t blame anyone,” he said. “The Norwegian government has provided for me the best they can.”

maio 05, 2009

Tête à tête nos gastos públicos

O vídeo abaixo, de um think tank liberal, mostra que a economia americana cresceu 50% mais rápido que a francesa nos últimos 30 anos, alcançando uma renda per capita de 45 mil dólares contra 33 mil dólares da última. A diferença de renda disponível (subtraindo os impostos) é maior ainda. O estado frânces tem mais programas de proteção social, mas sua capacidade de taxar e prover serviços é limitada pela renda per capita menor.


Entretanto, a tentativa de mitigar a atual crise está aumentando rapidamente os gastos do governo americano. Como parcela do PIB eles estão se aproximando rápidos do nível canadense, considerados os ‘socialistas’ da América do norte. O Canadá está fazendo o caminho oposto e já cortou os gastos públicos em mais de 10 pontos percentuais desde 1990, passando de mais de 50% do PIB para abaixo de 40%.

USxCanada

Dica: Mankiw e Marginal Revolution
.

abril 14, 2009

Mumbai, Shanghai e Nova York

Veja como as grandes cidades da China e da Índia estão se aproximando rapidamente das estatísticas de mortalidade infantil americanas. Em Mumbai, entre 1980 e 2006, a mortalidade caiu 2/3, enquanto Shangai ultrapassou o índice de Washington D.C.



Fonte: Gapminder

.