Mostrando postagens com marcador Estratégia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estratégia. Mostrar todas as postagens

julho 31, 2009

Dilema dos prisioneiros na prática

O Dilema dos Prisioneiros é uma situação clássica da Teoria dos Jogos. Imagine que dois criminosos são presos por furto, mas existe a suspeita de que tenham praticado um assassinato. A pena para o furto é de dois anos. A polícia os separa e barganha uma redução no tempo de xadrez: denuncie seu comparsa e pegue 6 meses de prisão, enquanto ele pegará 30 anos. Para os dois, em conjunto, o melhor é ficarem quietos e enfrentarem a pena de furto. Mas um não sabe o que o outro fará. Assim, por medo de traição, o resultado mais provável é um acusar o outro de assassinato e os dois passarem décadas na prisão.

Na vida real, a estrutura do Dilema dos Prisioneiros se repete em vários cenários comuns, inclusive nos esportes juvenis.
Believe it or not, there is a striking parallel between countries pouring money into weapons systems, firms competing for customers and parents pushing their young kids to play sports younger, faster, harder and longer. They all consume a lot of resources without necessarily leaving anyone better off. In fact, all parties might have been better off if the "competition" had never started in the first place.

maio 14, 2009

Melhor nem pensar a respeito...

A internet resolveu inúmeros problemas do passado, mas - por outro lado - deu novo impulso a um conhecido dilema humano, a procrastinação. Os brasileiros estão entre os campeões de horas de conexão, segundo uma pesquisa feita pelo Ibope ano passado. As empresas, cientes do problema, aplicam restrições quanto ao uso do e-mail pessoal e sites de relacionamento durante o expediente. Os filósofos Joseph Heath e Joel Anderson analisam a questão da procrastinação e questionam a importância da explicação usual, baseada na falta de força de vontade. Não que a capacidade de autocontrole seja desnecessária, mas os autores enfatizam que o que ocorre dentro da mente pode ser menos importante do que está à nossa volta, quando a preocupação é completar as tarefas:


"Looking inside someone's office, their kitchen pantry, their bedroom, or even on their computer 'desktop', what one sees is an entire structure of cognitive and volitional scaffolding, a system that this person uses in order to accomplish (with varying degrees of success) routine tasks. Many aspects of the way this environment is organized are intended to facilitate self-control. People who are good at environmental manipulation try to organize their affairs in such a way as to make certain activities easier and others harder”


A dica é preparar o ambiente de trabalho e livrá-lo das tentações, isto porque ao invés de resistir a elas, o melhor é nem pensar a respeito. Mas caso todo o resto dê errado, você sempre pode usar a “filosofia” da Nike.



maio 03, 2009

Um novo jeito de fazer greve


As greves não são exatamente uma novidade quando o assunto é protestar contra uma situação indesejada. Para obrigar os oponentes a se exporem publicamente ou infligir-lhes danos financeiros, grevistas cruzam os braços ou até mesmo fecham as bocas e põem a própria vida em jogo. As mulheres do Quênia, insatisfeitas com a política no país, decidiram por algo mais inusitado e menos dramático do que piquetes ou uma dieta forçada; propuseram às compatriotas uma greve de sexo para sensibilizar os políticos do país para a necessidade do diálogo. No entanto, uma greve só funciona caso inviabilize as saídas alternativas, foi aí que a solução queniana inovou....

.

abril 17, 2009

O teste do Marshmallow


Eis uma forma cruel de estudar a força de vontade. Em um quarto, deixar uma criança e um doce, prometendo mais doces para os que resistirem à tentação imediata. Algumas não duraram um minuto, enquanto outras conseguiram esperar mais de vinte. Qual foi o segredo das duronas? Desviar a atenção e pensar nos benefícios a longo prazo de ceder.

Willpower: a game of strategy

To do the experiments, he put hundreds of 4-year-olds in a room, one by one, with a marshmallow or cookie on the table in front of each. He told them he was going to leave the room and that the child could either eat the treat immediately or, if they could wait until he got back, and have two instead (...) And Mischel believes you can learn much of what you need to know about the process of exerting willpower from the strategies employed by these children (...)

Dica: Lifehacker